Sindserv de Mauá entrega pauta da Campanha Salarial ao governo

whatsapp-image-2017-01-19-at-10-38-06O Sindicato dos Funcionários e Servidores Públicos (Sindserv) de Mauá entregou ao governo, nesta quinta-feira (19), pelas mãos do secretário João Eduardo Gaspar, na sede da Secretaria, a pauta de reivindicações da Campanha Salarial 2017. A entidade pede um abono mensal de R$ 400, a ser incorporado ao salário em 2018, aumento do auxílio-alimentação para R$ 20 por dia ou R$ 400 mensalmente, entre outros itens de ordem econômica, social e estatutária.

Segundo o presidente do Sindserv, Jesomar Alves Lobo, o abono é socialmente mais justo e merecido por toda a categoria. “Diante dessa crise econômica que aperta todos os trabalhadores, percebemos que um abono com incorporação posterior pode beneficiar muito mais os servidores da nossa cidade”, pontuou. “A reposição inflacionária pode ser inviável neste momento, por isso, queremos uma valorização justa a todos os trabalhadores da nossa Prefeitura, da Câmara e das autarquias”, apontou Lobo.

A pauta de reivindicações da Campanha Salarial deste ano está estruturada em três eixos: cláusulas econômicas, sociais e estatutárias.

Nas cláusulas econômicas, o Sindserv requer um abono mensal no valor de R$ 400,00, a ser incorporado até o fim de 2018; criação de uma gratificação natalina; e transformação do quinquênio em biênio.

Nas cláusulas sociais: vale cultura nos moldes da Lei federal nº 12.761/12; subsídio para medicamentos e insumos para servidores com afastamento médico superior a 15 dias até que o INSS assuma seus vencimentos; seguro de vida; auxílio funeral; convênio odontológico; combate ao assédio moral; e extensão para quatro vezes o piso da categoria para percepção do auxílio alimentação.

Nas cláusulas estatutárias, o Sindicato fez questão de incluir a redução de jornada de trabalho para enfermagem e auxiliares de desenvolvimento infantil (ADI), também a opção de converter a licença prêmio em pecúnia; criação de um instituto próprio de previdência ou um plano complementar; reformulação do Estatuto do Magistério; aplicação das leis de amparo à Guarda Civil Municipal; revogar dispositivo legal que prejudica os agentes de saúde; revisão da jornada 12/36; e criação de uma agenda de reuniões para aplicação do plano de cargos, carreiras e salários.

O Sindicato aguarda um retorno da Secretaria de Governo para dar prosseguimento às negociações, que deverão se concluir até abril.

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