Mês da mulher: Sindserv Mauá aciona Secretaria de de Políticas Públicas para Mulheres por ações de igualdade de gênero no funcionalismo

Representantes do Sindicato dos Servidores e Funcionários Públicos (Sindserv) apresentaram um levantamento à Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres para iniciar o debate sobre a iguadade de gênero no serviço público municipal. O encontro, realizado na última terça-feira (26/03), na sede do órgão, contou com a presença da vice-prefeita e secretária Celma Dias.

Recentemente, o Sindicato solicitou informações do RH central a respeito da distribuição quantitativa e qualitativa por gênero no quadro de funcionários, a fim de obter um panorama das ocupações na Prefeitura de Mauá.

De acordo com informações da Secretaria de Administração, dentre os 7.925 servidoras e servidores, mais de 70% dos cargos são ocupadas por trabalhadoras.

Segundo a secretária-geral do Sindserv, Maralisa Dias, foi solicitado o encontro com a Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres com objetivo de promover e ampliar estudos e ações pela garantia da participação feminina nos espaços decisórios de poder da administração municipal. “Observamos, a partir dessas informações, que os cargos de primeiro escalão ainda são ocupados majoritariamente por homens”, analisou. “Gostaríamos que houvesse equilíbrio para garantir a igualdade de gênero”, defendeu.

A entidade sindical busca a possibilidade de promover ações junto à categoria e a sociedade no sentido de sensibilizar a população pela exigência da garantia da equidade de gênero em espaços decisórios nos Poderes Executivo e Legislativo.

Políticas

Durante a reunião, a equipe técnica da Secretaria realizou uma breve apresentação dos serviços disponibilizados e solicitou apoio na divulgação dos canais de denúncia e orientação às mulheres vítimas de violência.

A relação de serviços ofertados pela Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres pode ser acessada no endereço eletrônico: www.maua.sp.gov.br/Informacoes/ServicosMulheres.aspx

A Secretaria orienta que mesmo quem não queira denunciar o agressor, deve procurar ajuda. “As equipes dos Creas poderão orientar você; em caso de violência sexual, procure imediatamente o Hospital Nardini ou o Núcleo de Atenção à Violência Sexual (Navis) para as providências necessárias de saúde”, informa.

A secretária-geral do Sindserv, Maralisa Dias, entregou documento para contribuir com o debate pela igualdade de gênero em cargos de primeiro escalão.

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